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Governo recua e cancela aumento de imposto sobre eletrônicos após pressão popular e crise política

Artur 27/02/2026

O governo federal deu marcha a ré. Após dias de forte pressão popular nas redes sociais, reação negativa do mercado e movimentação da oposição no Congresso, o polêmico aumento do imposto de importação sobre eletrônicos foi oficialmente anulado. A decisão partiu do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, o Camex/Gecex, e representa um recuo significativo do Palácio do Planalto em um momento político já bastante delicado.

O que foi anulado e quais produtos voltam às tarifas antigas

Segundo informações confirmadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o MDIC, as alíquotas de 15 produtos essenciais do setor de informática e telecomunicações voltam aos patamares anteriores ao aumento abrupto que já havia começado a pressionar os preços no varejo.

Entre os produtos beneficiados pela reversão estão smartphones e notebooks, que retornam à alíquota de 16%, e itens como gabinetes com fonte de alimentação, placas-mãe, mouses, mesas digitalizadoras e unidades de memória SSD, que voltam à tarifa de 10,8%.

Além disso, o governo utilizou o mecanismo de ex-tarifário para zerar a tarifa de 105 produtos classificados como bens de capital e informática, uma saída técnica que permite ao Executivo corrigir o curso sem precisar assumir publicamente o erro.

Vale lembrar que o aumento havia sido instituído pela Resolução Gecex nº 852/2026, assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que também acumula o cargo de ministro do MDIC.

A crise política por trás da decisão

O recuo do governo não foi motivado apenas por bom senso econômico. O Palácio do Planalto entrou em modo de contenção de danos diante de uma combinação perigosa de fatores políticos.

Uma pesquisa Quaest divulgada neste mês mostrou um cenário preocupante para o governo: 49% dos brasileiros desaprovam a gestão Lula, contra 45% de aprovação. O índice de aprovação caiu de 47% em janeiro para 45% em fevereiro, enquanto a desaprovação se manteve estável. Foi nesse contexto de fragilidade política que o aumento dos impostos sobre eletrônicos caiu como uma bomba.

Ministros e auxiliares do presidente fizeram rapidamente uma comparação com a crise da taxação do Pix, que também gerou revolta popular intensa. A conclusão interna foi direta: o desgaste junto aos eleitores jovens e à classe média seria irreversível caso o governo insistisse na medida.

Na quarta-feira, dia 25, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia dado sinais do que estava por vir ao afirmar que o MDIC poderia fazer ajustes e até zerar temporariamente as tarifas caso ficasse comprovado que a medida prejudicava setores sem produção nacional equivalente.

A pressão da oposição no Congresso

Além da pressão popular, o governo também precisou lidar com uma ofensiva institucional da oposição. Deputados do Partido Novo, entre eles Marcel van Hattem, Ricardo Salles e Adriana Ventura, protocolaram o PDL nº 42/2026, um Projeto de Decreto Legislativo que buscava anular a portaria por força do Congresso, sem depender de qualquer boa vontade do Executivo.

A iniciativa sinalizava que o governo poderia sofrer uma derrota legislativa bastante constrangedora caso não agisse por conta própria. Agir antes virou a única saída para preservar a narrativa.

O que isso significa para o consumidor

Na prática, a reversão evita que os preços de smartphones, notebooks e outros eletrônicos essenciais subissem ainda mais no curto prazo. Para quem estava adiando a compra de um novo aparelho ou equipamento por causa da incerteza tributária, o momento agora volta a ser mais previsível.

Fica o alerta, no entanto: o episódio expõe a volatilidade das políticas de importação no país e como decisões tomadas sem amplo debate podem gerar instabilidade econômica e política em questão de dias.

Vale continuar acompanhando os desdobramentos, já que o setor de tecnologia segue atento a qualquer nova movimentação do governo nessa direção.

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